Justiça vai decidir futuro político de Juliano Botelho
Foto: Reprodução Após as eleições municipais de 2024, uma ação na Justiça Eleitoral passou a questionar a validade dos votos do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em Mogi das Cruzes. O processo aponta uma possível fraude à cota de gênero — regra que exige o mínimo de candidaturas femininas —, o que poderia levar à anulação dos votos da legenda e impactar diretamente os eleitos.
Com a recente decisão em segunda instância, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) determinou a recontagem dos votos, reacendendo o debate sobre a composição da Câmara Municipal. Mesmo assim, o vereador Juliano Botelho segue no cargo.
Em posicionamento oficial, Botelho demonstrou confiança na Justiça e serenidade diante do cenário. Ele afirma que não cometeu qualquer irregularidade e ressalta que o próprio processo indica que eventuais falhas estariam relacionadas à formação da chapa do partido, e não à sua conduta pessoal.
O parlamentar também destacou que ainda não teve acesso ao acórdão completo, mas que sua defesa já está tomando todas as medidas cabíveis, incluindo recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O caso ainda pode chegar ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Botelho reforça que acredita na revisão da decisão e na manutenção do mandato, conquistado com base na vontade popular expressa nas urnas.






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